quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Parede de açude em Tangará pode romper e há risco e alagamento em cinco cidades

Açude Guarita, no municipio de Tangará, está com problema série na estrutura

A população das cidades de Boa Saúde, Lagoa Salgada, Monte Alegre, São José de Mipibu e Nísia Floresta está apreensiva. O motivo é a estrutura do açude Guarita, em Tangará, que ameaça ruir caso o nível do reservatório suba ainda mais e, com isso, poderá alagar parte das cidades. Na tarde desta quarta-feira (26), engenheiros do Dnocs estiveram no local e afirmaram que a situação é preocupante.

Com o limite da capacidade próximo de ser já atingido, o açude Guarita está com a parede bastante avariada e em risco iminente de ruir. Caso isso ocorra, a tendência é que a água acumulada, seguindo o curso do rio Trairi, alague as comunidades ribeirinhas principalmente em Boa Saúde, além de Lagoa Salgada, Monte Alegre, São José de Mipibu e até Nísia Floresta. Porém, o reparo ainda não será realizado imediatamente.

De acordo com o engenheiro Flávio Maranhão, do Dnocs, a situação é preocupante e requer cuidados. Contudo, o reparo só poderá ocorrer depois que as máquinas que estão fazendo consertando a parede da barragem do Gaspar, também em Tangará, forem deslocadas para o açude Guarita.

A intenção é aumentar a largura do sangrador do reservatório quando as máquinas estiverem disponíveis. No entanto, os engenheiros afirmam que, caso volte a chover com intensidade na região, o risco de rompimento será ainda maior.
Governadora anuncia doação de 10 toneladas de alimentos para famílias desabrigadas

Governadora determinou as primeiras medidas para ajudar às famílias

Durante a visita que fez as famílias desabrigadas da cidade de Jucurutu, região do Seridó, a governadora Rosalba Ciarlini anunciou a doação de 10 toneladas de alimentos.

O material deverá chegar a cidade ainda essa semana. Além disso, o secretário de Justiça e Cidadania, Tiago Cortez, está providenciando um convênio emergencial entre o Governo e a Prefeitura de Jucurutu.

O Executivo local receberá recursos para compra de medicamentos e colchões para as 135 famílias desabrigadas.

Depois de fazer um sobrevôo na área e se reunir com as famílias, a governadora já retornou a Natal.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

PMDB entrega lista para PMN escolher 1º secretario

Presidente estadual do PMDB reúne a bancada do partido

O PMDB não conseguiu chegar a um consenso sobre o nome que indicará para primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Na manhã de ontem, os seis deputados eleitos e reeleitos pela legenda (Walter Alves, José Dias, Gustavo Fernandes, Hermano Morais, Nélter Queiroz e Poti Júnior) se reuniram com o presidente estadual do PMDB, o deputado federal Henrique Eduardo Alves.

No encontro os peemedebistas decidiram indicar uma lista com quatro nomes (Nelter Queiroz, Hermano Morais, Gustavo Fernandes e Poti Júnior) e deixar com o vice-governador Robinson Faria, presidente estadual do PMN, e o deputado Ricardo Motta (PMN), que será candidato único a presidente da Assembleia Legislativa, a decisão final sobre o nome para o cargo. “Depositamos confiança em torno da candidatura. É um direito da bancada e um gesto de confiança e amizade do PMDB com o vice-governador Robinson e o presidente Ricardo Motta”, disse o deputado federal Henrique Eduardo Alves. A eleição para a Mesa Diretora da Assembleia será no dia 1º de fevereiro, logo depois da posse dos deputados.

O presidente estadual do PMDB evitou falar em preferência por nome: “Os quatro estão à altura, são competentes para exercer a função”. Henrique Eduardo disse que a discussão sobre o direito do PMDB indicar o primeiro secretário já está superada, até porque a legenda fez a maior bancada da Casa. “Já está fechado. É direito do partido, que poderia até pleitear a presidência. Por termos uma posição dividida, achamos melhor indicar a presidência (um partido da) bancada governista”, explicou o deputado federal Henrique Eduardo Alves.

TIM quer marcar audiência com governo do Estado

TIM foi a terceira colocada em número de reclamações no Procon Estadual durante o ano passado

A presidência da operadora de telefonia TIM solicitou oficialmente ontem uma audiência com a governadora Rosalba Ciarlini, com a intenção, segundo apurou a TRIBUNA DO NORTE, de falar sobre “planos da empresa no estado”. O encontro aconteceria no momento em que a companhia está impedida temporariamente - por decisão da justiça - de habilitar novas linhas no mercado potiguar. Mas não deverá ser realizado, pelo menos não na data em que queriam os representantes da operadora.

A intenção da companhia seria realizar o encontro amanhã, às 15h. Em virtude de a governadora já ter compromissos agendados, a audiência não foi confirmada. A TIM foi procurada pela reportagem, mas não respondeu aos questionamentos feitos sobre o assunto. Também evitou falar sobre os prejuízos decorrentes da medida e se tentará mais uma vez reverter a decisão judicial no estado, depois de ter um agravo de instrumento rejeitado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, na semana passada.

Líder no Rio Grande do Norte em número de clientes – com 1,22 milhões de números habilitados e 36,15% de participação no mercado – a TIM foi a terceira operadora em número de reclamações no Procon Estadual em 2010. “Foram 200, ao todo”, calcula o diretor geral do órgão, Araken Farias, afirmando que hoje o Procon começará uma série de reuniões com as operadoras para tratar da qualidade dos serviços oferecidos no estado e sobre possíveis soluções para as queixas dos usuários. “A Oi será a primeira”.

FONTE: Tribuna do Norte

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Aguardando Pauta

PROJETO DE LEI Nº 001/2011.
DE 20 DE JANEIRO DE 2011.
AUTOR: VAGNER SOUZA.

EMENTA: Dispõe sobre a criação do programa “remédio em casa” de distribuição de medicamentos de uso continuado e dá outras providências.

De iniciativa do Vereador Vagner Souza, O PREFEITO MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE, Estado do Rio Grande do Norte.

FAZ SABER que a Câmara Municipal aprova e ele sanciona a seguinte L E I:

Art. 1º Fica autorizado o Poder Executivo a criar o Programa “Remédio em Casa” de distribuição de medicamentos a pacientes regularmente inscritos nos programas para tratamento de hipertensão e diabetes.
Parágrafo Único. O Programa trata o “caput” deste artigo, terá por objetivo garantir a entrega dos medicamentos de uso continuado aos munícipes que utilizam a rede pública municipal de saúde e que sejam beneficiários do programa Bolsa Família.

Art. 2º - O Projeto será desenvolvido em etapas, de modo a alcançar todo o seu conteúdo, tendo o prazo de 180 dias para o início do atendimento aos inscritos no programa de tratamento a hipertensão e de 360 dias para o atendimento aos inscritos no programa de tratamento da diabetes.

Art. 3º O envio dos medicamentos deverá obedecer à prescrição médica e será executado mediante o cadastramento do paciente na secretaria municipal de saúde, que deverá ser atualizado anualmente para fins de endereçamento e prova e identidade do recebedor, obedecendo às quantidades necessárias ao uso mensal, ou ainda as quantidades prescritas pelo médico segundo a necessidade de cada paciente.

Art. 4º A Prefeitura Municipal de Campo Grande poderá criar uma central de distribuição que deverá mediante a prescrição médica, separar, acondicionar e enviar os medicamentos com aviso de recebimento por parte da pessoa beneficiada pelo Programa, seus familiares e prepostos, desde que também sejam cadastradas para este fim, controlando assim exatamente as quantidades enviadas bem como a necessidade real de novas aquisições de medicamentos.

Art. 5º Toda postagem deverá ser feita por AR.

Art. 6º O Poder Executivo poderá firmar convênio com o Governo Estadual e Federal, empresas, Organizações não Governamentais e financeiras, a fim de custear e operacionalizar o programa de que trata a presente Lei.

Art. 7º O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no prazo de 180(cento e oitenta) dias, a contar da data de sua publicação.

Art. 8º As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 9º Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação revogando as disposições em contrário.
Campo Grande – RN, em 20 de janeiro de 2011.

VAGNER SOUZA
Vereador Partido Verde

JUSTIFICATIVA

O Projeto Remédio em Casa é uma experiência inédita para a Prefeitura Municipal de Campo Grande. É mais um mecanismo de prosseguimento às propostas de ação social que podem ser desenvolvidas em nosso município.

É com o atendimento à população mais carente da Cidade e daqueles menos afortunados que não dispõem de meios para adquirir os remédios de uso continuado, que tenho a grata satisfação de submeter aos honrados pares o presente Projeto de Lei que cria o Programa “Remédio em Casa”, de distribuição de medicamentos de uso continuado e dá outras providências.

Com a presente proposta, a Administração Municipal, passa a dispor de mais um instrumento de apoio social e de solidariedade humana, de que pode dispor a nossa Cidade em dar atendimento domiciliar aos usuários de remédios continuados, de forma cômoda e segura, em suas respectivas residências.

Com isso se evitará o acúmulo de pedidos e as inevitáveis filas que ora se fazem nos Postos de Atendimento de todo o país, bem como facilitará e evitará o desperdício de tempo a um pronto-atendimento eficiente. Sem dúvida, é a operosidade de uma administração forte, indo de encontro às angustias e necessidades dos enfermos, especialmente, aquele que é idoso e que tanto necessita dos remédios relacionados para os respectivos tratamentos.

Dessa forma, apresenta-se, de maneira evidente, a atenção com os nossos moradores anciãos, os jovens necessitados de acesso e locomoção e as senhoras que tem qualquer tipo de problemas.

Por fim, é a proposta de atenção aos idosos e jovens necessitados de remédios de uso contínuo, recebendo a medicação em sua própria residência em sinal de respeito e de bom atendimento, firmado entre o Poder Público e a Sociedade deste nosso querido Campo Grande.

Campo Grande – RN, em 20 de janeiro de 2011.

VAGNER SOUZA
Vereador Partido Verde

ANEXO

Benefícios diretos para o paciente
- Garantia de acesso ininterrupto aos medicamentos;
- Redução do número de idas à unidade só para receber remédios;
- Maior aderência ao tratamento;
- Maior controle pressórico/metabólico;
- Redução da morbimortalidade cardiovascular.

Benefícios adicionais para o paciente
- Inscrição no Cartão Nacional SUS, pela exportação do cabeçalho;
- Garantia de agendamento da consulta de retorno;
- Garantia de livre acesso na unidade em qualquer dia;
- Manutenção da rotina de consultas e outras atividades;
- Maior frequência de exames de controle glicêmico.

Benefícios para a Unidade
- Gerenciamento informatizado dos programas;
- Melhor gerenciamento dos estoques de medicamentos;
- Consolidação da estrutura de agendamento para retorno;
- Ampliação da oferta de salas de livre acesso-monitorização;
- Aumento da oferta de consultas de enfermagem;
- Aumento da oferta de consultas médicas (pelo maior controle);

Benefícios para o Sistema
- Mais informações sobre controle pressórico/metabólico;
- Acesso ao perfil de receituário (observância de protocolos).
- Formação de mala-direta para mensagens de promoção de saúde;
- Inclusão posterior de outros programas/medicamentos;
- Valorização do agente comunitário de saúde dos PSF;
- Redução de perdas, desperdícios e dispensações indevidas.

Bancada do PV

O deputado estadual Paulo Davim — que assume o mandato de senador em fevereiro, em substituição a Garibaldi Filho que exerce o cargo de Ministro da Previdência — esteve com a senadora Marina Silva. Os dois são filiados ao Partido Verde. Como Marina Silva não concorreu à reeleição para disputar a Presidência da República, Paulo Davim será o único senador do PV a partir do próximo ano.
Definição do 1º Secretário da AL

Se a eleição para presidente da Assembleia Legislativa está definida, com a candidatura única de Ricardo Motta (PMN), os nomes para os demais cargos da Mesa Diretora ainda não estão escolhidos. Para a primeira secretaria, uma das principais vagas na direção da Assembleia, a definição pode sair na próxima segunda-feira, durante reunião da bancada do PMDB.

Nas negociações para o apoio à candidatura de Ricardo Motta, ficou decidido que caberia aos peemedebistas a indicação do primeiro secretário. Resta saber qual nome será escolhido. Entre os parlamentares eleitos e reeleitos pelo PMDB, pleiteiam a indicação os deputados Poti Júnior e Hermano Morais.

Vice-presidência

Para a vaga de vice-presidente da Assembleia, a indicação caberá ao PSB, a segunda maior bancada da Casa. O deputado Gustavo Carvalho admite que é candidato.
Charge do dia: Ampliando os cortes

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Drº Edmar comenta sobre matéria postada no Blog

Nobre Vereador. Inicialmente gostaria de parabenizá-lo pelo texto, que está impecável, e pelo festival da cachaça. O festival já é reconhecidamente um sucesso, e, sem dúvidas, um dos principais eventos da cidade. Deve ser mantido, ampliado e cada vez mais apoiado pelo Poder Público.

Digo isso porque o festival além de divulgar o nome da cidade, também representa importante fonte de renda para os comerciantes e para o município, a comercialização de produtos e serviços influi diretamente na arrecadação de tributos. Por isso discordo totalmente dos que são contra o festival.

No Brasil existem festival similares: de vinhos, de cervejas, de cachaças, etc. Ninguém está obrigado a participar, mas é preciso respeitar os que querem, e a experiência dos últimos festivais em Campo Grande tem demonstrado que a esmagadora maioria da nossa população quer o festival.
Por isso, reafirmo que não há nada demais em o festival ser da cachaça, afinal é nossa bebida típica. Aliás, pelo que tenho visto essa minha opinião não é isolada, ao contrário, a nossa Governadora Rosalba Ciarline, no final do ano passado, quando exercia o mandato de Senadora, presenteou os seus colegas do Senado com um produto genuinamente potiguar, a velha e boa cachaça "Samanaú". O que é bom deve ser valorizado; o festival é bom e, sem dúvidas, será mantido.

Aos medíocres que fazem a crítica pela crítica, que carregam um dos piores sentimentos do ser humano (a inveja), têm todo o direito de não participar do festival. Por fim, e já comentei isso outras vezes, acho uma verdadeira irresponsabilidade do blogueiro que aceita e faz publicar em seus blog's comentários anônimos. Como diz nossa Constituição Federal é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato (ou seja, qualquer um pode expressar seu pensamento desde que se identifique).

Para mim, o blogueiro que aceita comentários anônimos e os publica em seu blog concorda com as afirmações e é juridicamente responsável pelos mesmas. Abraço e avante.

Edmar Eduardo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ANÔNIMO SUGERE FIM DO FESTIVAL DA CACHAÇA

Vereador Vagner Souza e Sirano, atração do 2º Festival da Cachaça

Um comentário anônimo em um dos blogs de nossa cidade sugeriu as autoridades políticas, para que não houvesse mais a realização do Festival da Cachaça de Campo Grande (FCCG). O comentário sugere ainda, que o investimento financeiro do evento fosse repassado para outra festa popular, que é a realização do carnaval de rua em nossa cidade. Nada contra o carnaval, aliás, sou um grande folião e colaboro diretamente com os blocos carnavalescos do nosso município.

Mas, como de costume, e não são à toa, que esses comentários anônimos, enaltecem apenas os menos obstinados com o desenvolvimento de nosso município. Retruco os comentários para que as coisas concretas não desapareçam ou mude de nome como fazem com grande facilidade em Campo Grande.

Como se não bastassem às várias mudanças de nomes ou extinção de logradouros públicos locais, querem agora acabar com a maior festa de rua de nosso município e com a disseminação de geração de emprego e renda que o festival da cachaça proporciona aos pequenos, médios e grandes empreendedores de nossa cidade. Essa é a grande proposta do evento, e não o consumo de álcool como foi relatado nos comentários publicados.

O festival foi criado através de lei municipal e já faz parte do calendário de eventos de Campo Grande. E se não bastasse essas justificativas, o festival já na sua segunda edição duplicou o número de público e renda para os comerciantes locais que participam direta e indiretamente do evento. Isso pode ser constatado junto aos próprios comerciantes.

O aviso de que a prefeitura de Campo Grande e o vereador Vagner Souza não realizariam o festival da cachaça 2011, seria digno dos melhores roteiros de filmes "pastelão" de Hollywood.

Em 2009, esse mesmo comentarista anônimo quis profetizar sobre o nosso festival. Achava difícil a realização do evento da cachaça. Fez apologia entre o evento e o álcool. Entidades religiosas se manifestaram contra a realização do festival. O resultado? Nós vencemos honrosamente a todas as críticas e opiniões sobre o tema debatido.

O suposto profeta não contente com resultado positivo do festival ou com a ascensão de meu nome na política, disse que seria muito difícil a realização do evento para 2010. Enganou-se, ou, posso está enganado? Quem sabe amanhã teremos outra "nota" nos blogs locais desdizendo o que foi escrito. Afinal, algo assim acontece frequentemente no meio de nossa política local. Recentemente disseram pelas as esquinas e vielas de Campo Grande, que eu não seria mais candidato em 2012. Pura blasfêmia ou apenas um comentário infeliz do autor. Minha cadeira na câmara não está sendo leiloada e muito menos to abrindo mão dela para 2012. Quem quiser disputar o cargo, vai ter que suar um pouquinho a camisa. Em Campo Grande o páreo é duro para disputar a câmara municipal. Eleição passada teve vereador que contou com a idade para poder sentar na cadeira. Lembram disso? Retaliação: algo como, "aqui quem manda sou eu", anda meio fora de moda em nosso município.

Para que a população Campo-grandense não seja pega de surpresa, como de costume, o "fim" do festival da cachaça está prescrito em 2011, quando o evento poderá mudar o seu nome, apenas por uma questão de marketing. A sugestão foi do Senhor Prefeito que em comunicação com o autor do projeto, o vereador Vagner Souza, sugeriu possibilidade de mudar o nome do evento, mais nada obstante do foco e nem da data do festival.

O "fim" do festival da cachaça seria um balde de água fria para os amantes da tradicional festa e um alívio gratificante para aqueles que nunca aprovaram o evento. Como diz um velho dito popular: não se mexe em time que está ganhando. Sou a favor da continuidade.

Por motivos diversos, a "terra do músico" poderá ser conhecida nacionalmente como a "terra dos grandes eventos", melhorarmos o que temos de melhor, atrelado ao avanço turístico em pouco menos de uma década.

Não só por isso, mas também por isso! Imaginem o anúncio “decretado o fim do festival da cachaça de Campo Grande”, não estranhem as cidades vizinhas bancarem o evento e por de vez na lama a credibilidade do festival genuinamente campo-grandense, no que se diz respeito a nossa região. Isso refletiria diretamente na classe política local, o juramento de garantir a dignidade, honradez e honestidade de seu povo, cairia na futilidade unicamente em troca de seus próprios interesses. É o famoso e velho tiro no pé.

Vem aí!

O 3º Festival da Cachaça.

A data vocês já sabem quando é.

Aguardem!

Vagner Souza